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21/04/2018 | Mercado de trabalho gera 56.151 empregos formais em março - O Globo

O país criou 56.151 empregos com carteira assinada em março. Foi o terceiro mês consecutivo com saldo positivo de geração de postos de trabalho, mas houve uma desaceleração no ritmo das contratações em relação a janeiro e fevereiro. Ainda assim, no primeiro trimestre de 2018, o resultado do mercado formal de trabalho é positivo em 195.161 contratações (sem ajuste) - o que mostra uma reversão na comparação com os três primeiros meses de 2017, quando foram fechadas 68.866 vagas.

O Rio, depois de uma longa sequência de resultados ruins, registrou em março saldo positivo de 247 postos. O dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foram divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta sexta-feira.

Para Fernando de Holanda Barbosa Filho, pesquisador da área de Economia Aplicada do FGV IBRE, o número de vagas criadas em março veio acima do esperado.

— Em relação a nossa projeção, o resultado do Caged veio um pouco acima da média. Esperávamos algo em torno de 41 mil postos. Esse número, mesmo com ajuste sazonal, é positivo. O mês de janeiro foi razoável, fevereiro um pouco ruim, mas março trouxe bons resultados. A nossa previsão é que 2018 feche o ano com a criação de 500 mil vagas formais — explicou o pesquisador.

Já na avaliação da economista Maria Andréia Parente Lameiras, técnica de planejamento e pesquisa da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea, o número de março do Caged veio ao encontro do que se imaginava.

— O resultado veio dentro do esperado. Estamos tendo uma recuperação do emprego formal desde meados do ano passado — pontuou Andréia.

A economista do Ipea ressalta que a melhora nos números se deu pela junção de dois fatores:

— No primeiro momento, observamos a diminuição no número de demissões. Em seguida, notamos a melhora no volume de contratações com carteira assinada. A união desses dois movimentos proporcionou a melhora nos números do Caged — disse. — O que ainda não podemos afirmar é se a Reforma Trabalhista teve influência neste resultado. Só poderemos ter uma perspectiva mais ampla dos efeitos desta mudança a partir do segundo trimestre do ano.

Quando a análise é feita unicamente sobre o resultado para o Rio de Janeiro, os especialistas pontuam que a recuperação dos postos de emprego formal, embora lenta, está dando os primeiros sinais positivos.

— Depois de muitos meses com resultados negativos, os números de março representam um movimento, sutil, de recuperação no estado. Mesmo assim, quando os dados fluminenses são cmoparados com os do restante do Brasil, a situação ainda não é boa — indica Andréia.

Na avaliação do pesquisador Barbosa Filho, os números do Rio são reflexo da entrada posterior do estado na crise econômica nacional.

— A crise chegou um pouco depois ao Rio, uma vez que o estado teve investimentos para grandes eventos com Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos. Entretanto, com os resultados de março do Caged, a expectativa é de que os índices de emprego formal no Rio melhorem no decorrer de 2018 — concluiu.

 

Setor de serviços

No mês passado, os empregos foram puxados pelo setor de serviços, que registrou saldo positivo de 57.384 contratações, seguido pela indústria com outras 10..450. A construção civil obteve resultado positivo de 7.728 e a administração pública gerou 3.660 postos de trabalho. Já a agropecuária fechou 17.827 vagas e o comércio mais 5.878.

As novas modalidades de contrato de trabalho criadas pela reforma trabalhista, como o intermitente (por hora de serviço) abriu 3.199 vagas em março, contra 2.091 em fevereiro. Os desligamentos por acordo entre patrões e empregos, outra novidade da legislação, também subiram de 11.118 para 13.522 no período.

Entre os cinco estados que mais contrataram no mês passado, estão São Paulo (30.459), Minas Gerais (14.149), Rio Grande do Sul (12.667), Paraná (6.514) e Goiás (5.312).

 

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