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23/04/2018 | O que é mais valorizado nas ofertas de emprego - Valor Econômico

Na hora de decidir mudar de emprego, o que mais conta para profissionais em início de carreira é o bolso, enquanto coordenadores e gerentes dão peso também aos desafios do trabalho, e altos executivos privilegiam aspectos como o clima e a cultura da empresa. Em todos os níveis, o setor de atuação e o porte da empresa são pouco considerados.

Os dados são de um levantamento da empresa de recrutamento Talenses, feito com mais de 2.500 profissionais. Para analistas, a combinação salário e bônus foi o elemento mais escolhido como importante na hora de decidir por um emprego, citado por 84% dos entrevistados. O fator foi seguido de perspectivas na carreira (80%), ambiente e clima organizacional (76%) e benefícios (75%). 

O ponto que mais distanciou os profissionais em início de carreira de outros estágios de vida foi a flexibilidade de horários, sexto elemento preferido entre os mais jovens, com 68% das escolhas - o mesmo acontece com 59% dos profissionais de média gerência e 50% dos altos executivos.

Luiz Valente, CEO do Grupo Talenses, vê essa importância como influência da idade. "Um dos elementos que evidencia a geração Y da anterior é executar múltiplas tarefas ao mesmo tempo. Por terem essa possibilidade de lidar com vários assuntos ao mesmo tempo eles querem que as organizações sejam tão flexíveis quanto eles", diz Valente.

Os profissionais de cargos de coordenação e gerência ouvidos pela pesquisa dão valor igual a remuneração e perspectiva de carreira (82%, cada), seguidos do clima organizacional e dos desafios do emprego (81%, cada). Para Valente, nesse nível entra uma maior consciência da necessidade de autodesenvolvimento, o que se traduz no desejo por desafios. "Se hoje não tenho um projeto interessante, uma história para contar, isso pode me afetar em termos de crescimento profissional", diz.

Entre os executivos, como diretores, vice-presidentes e CEOs, o clima organizacional é o que mais conta (67%), seguido dos desafios e da cultura da empresa (62%, cada). Aparece com mais força também a perspectiva do negócio (58%), para só em quinto lugar vir o combo salário e bônus (57%).

Em todos os níveis, o porte e o setor de atuação da empresa são os elementos considerados relevantes por menos entrevistados - cerca de um terço no caso dos analistas e da média gerência, e ainda menos para presidentes. Vinte e um por cento deles consideram o setor um fator importante enquanto 17% levam em conta o tamanho da companhia.

Na opinião de Valente, isso demonstra certa falta de visão de plano de carreira, de entender com mais profundidade quais setores mais atraem o trabalhador e por quê. "É preciso encarar uma oportunidade não só como um emprego, mas como parte de um projeto de vida", diz.

 

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