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01/04/2018 | Dia da mentira: 56% mentem sobre experiências anteriores no currículo - O Globo

Mentira tem perna curta e, quando se trata de seleção, pode custar uma contratação. Recrutadores afirmam que conseguem detectar aquelas pequenas lorotas ou uma supervalorização no currículo dos candidatos. E é algo bem comum. De acordo com uma pesquisa feita pela consultoria Robert Half, 75% dos 303 diretores entrevistados no Brasil já excluíram candidatos de um processo seletivo após encontrarem mentiras ou omissões.

O fenômeno não é exclusividade brasileira: segundo a pesquisa, o Chile foi o país onde um maior número de diretores relatou ter tido problemas com informações desonestas ou exageradas em currículos (80% dos entrevistados), seguido dos Emirados Árabes (79%).

De acordo com Rannison Silva, gerente de negócios da Robert Half, o recrutador consegue identificar quando o candidato está mentindo pois é treinado para conduzir a entrevista de maneira a detectar possíveis inconsistências entre o discurso do candidato e a realidade com relação às realizações profissionais e habilidades técnicas e comportamentais dele.

— A orientação é, durante o bate-papo, solicitar mais detalhes sobre experiências anteriores do profissional, questionar com profundidade os resultados listados no currículo e consultar antigos empregadores ou pares de trabalho — explica ele, lembrando que as principais falhas achadas estão relacionadas à experiência de trabalho, graduação, habilidades técnicas e idiomas.

— As divergências encontradas no currículo são as mais variadas. Há profissionais que afirmam ter conhecimento em uma área da empresa, quando na verdade apenas auxiliaram em uma atividade pontual para ela; há os que dizem ter concluído a faculdade, mas ainda não entregaram o trabalho de conclusão de curso; e os que se dizem fluentes no inglês, mas não conseguem conduzir uma reunião no idioma — explica Rannison Silva.

Segundo Ana Paula Montanha, especialista em recrutamento e seleção, diretora-geral da Jobplex Brasil, os recrutadores mais especializados observam que, em geral, de 10% a 15% dos currículos apresentam alguma forma de falsificação sobre as informações.

— Um executivo que afirma ter uma experiência que não tem bota sua carreira e a sua credibilidade em risco. Sem a real experiência, o candidato demonstra ser incapaz de desempenhar suficientemente o papel — considera.

Segundo ela, não adianta mentir para conseguir chegar a uma entrevista. Ana Paula diz que a atitude pode minar para sempre a chance de conseguir trabalhar na companhia.

— As consequências de mentir em seu currículo a partir de informações falsas podem custar sua carreira na empresa, além de ser uma fraude. Embora, na maioria das vezes, não seja provável que o caso seja encerrado em um processo judicial, ele pode prejudicar sua reputação como futuro funcionário se outras empresas descobrirem.

Campos do currículo onde os diretores brasileiros mais encontraram informações inconsistentes (pesquisa Robert Half:

Experiência de trabalho - 56%

Ensino/graduação - 46%

Habilidades técnicas - 44%

Idiomas - 39%

Tarefas de trabalhos anteriores - 35%

Habilidade de liderança - 27%

Estágios - 26%

Habilidade em gerenciamento de projetos - 18%

Salário anteriores - 16%

Outros - 1%

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