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16/03/2018 | Após duas altas, setor de serviços cai 1,9% em janeiro, aponta IBGE – O Estado de S.Paulo

O volume de serviços prestados teve um recuo de 1,9% em janeiro ante dezembro de 2017, na série com ajuste sazonal, segundo os dados da Pesquisa Mensal de Serviços, informou nesta sexta-feira, 16, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No mês anterior, o dado foi revisado de um avanço de 1,3% para alta de 1,5%. Este foi o pior desempenho desde março do ano passado, quando houve recuo de 2,7%.

O resultado de janeiro ante dezembro fora do intervalo é muito pior do que a mediana das estimativas do mercado financeiro, captadas pelo Projeções Broadcast. As previsões na série com ajuste sazonal variavam de recuo de 0,80% a crescimento de 1,00%. A mediana encontrada a partir de 15 expectativas ficou negativa em 0,30%.

Desde outubro de 2015, o órgão divulga índices de volume no âmbito da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS). Antes disso, o IBGE anunciava apenas os dados da receita bruta nominal, sem tirar a influência dos preços sobre o resultado. Por esse indicador, que continua a ser divulgado, a receita nominal caiu 2,3% em janeiro ante dezembro. Na comparação com janeiro do ano passado, houve alta na receita nominal de 1,2%. 

Setores. As quedas foram disseminadas entre as atividades pesquisadas na passagem de dezembro de 2017 para janeiro de 2018.

Os serviços prestados às famílias recuaram 0,6% em janeiro ante dezembro; os serviços de informação e comunicação caíram 0,2%; serviços profissionais e administrativos encolheram 1,4%; e transportes e correio tiveram uma perda de 3,0%.

"Foram os serviços de transportes que puxaram essa queda nos serviços em janeiro, porque recuaram 3,0%", apontou Rodrigo Lobo, analista da Coordenação de Serviços e Comércio do IBGE.

O único segmento a escapar do vermelho foi o de outros serviços, que avançou 3,8% em janeiro ante dezembro. "Foram corretores e agentes de seguro e a atividade auxiliar dos serviços financeiros, que inclui operações de cartões de débito e caixas eletrônicos", exemplificou Lobo.

O agregado especial das Atividades turísticas apresentou elevação de 0,3% na passagem de dezembro para janeiro, a terceira taxa positiva seguida, acumulando um ganho de 3,3% no período.

Nível. O setor de serviços ainda opera 12,4% abaixo do pico de atividade registrado em novembro de 2014, segundo os dados da Pesquisa Mensal de Serviços. Ao mesmo tempo, o patamar atual está apenas 1,5% acima do ponto mais baixo da série, que foi alcançado em março de 2017.

"Os serviços ainda estão muito mais próximos do ponto mais baixo do que do pico de operação", ressaltou Rodrigo Lobo. "Os serviços encolheram 11% nos três últimos anos, ensaiaram algum tipo de melhora, e agora há espalhamento dessas quedas. Os serviços caem em todos os tipos de comparação. Apesar da queda, os serviços não devolvem integralmente o ganho de 2,5% acumulado em novembro e dezembro do ano passado", completou.

Segundo ele, a base de comparação mais elevada explica o ajuste nos serviços em janeiro. O volume tinha crescido 1,0% em novembro, seguido de nova alta de 1,5% em dezembro. "Observamos um maior número de fechamento de contratos em dezembro de 2017 de maneira espalhada entre as atividades", justificou o analista do IBGE.

Avaliação. Para Lobo, o setor de serviços ainda não apresenta uma trajetória de recuperação clara.

"O setor de serviços é mais lento na resposta à recuperação da atividade econômica. São diversos fatores que precisam estar crescendo ou favoráveis pra justificar um aumento no volume dos serviços", explicou Lobo.

Segundo ele, as expectativas dos empresários tem que estar alinhadas com um ambiente de crescimento econômico, em um ambiente político mais estável, que incentive investimentos. Lobo citou ainda que a indústria precisaria de uma com recuperação "mais duradoura e confiável", acompanhada de uma retomada também do comércio.

"Nem nos serviços prestados às famílias, esse pequeno aumento da renda e redução incipiente do desemprego não são suficientes para gerar uma reversão nessa atividade", completou Lobo.

"Esse indicador mantém a trajetória ascendente iniciada em abril do ano passado, mas essa trajetória ocorre em função de taxas negativas menos intensas, do que propriamente uma sequência de taxas positivas", lembrou.

Coffee News

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