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14/03/2018 |Retomada não chega à pequena empresa, mostra pesquisa - Valor Econômico

A recuperação da atividade não veio para o micro e pequeno industrial paulista, que continua a ver a crise como ameaça. Segundo a 60ª rodada do Indicador de Atividade da Micro e Pequena Indústria, 180 mil empresas do setor, ou 61% do total pesquisado, afirmam que a situação econômica atual está prejudicando os negócios. Para 12% dessas empresas, fechar as portas nos próximos três meses é uma hipótese provável. A pesquisa mensal foi encomendada pelo Simpi-SP, sindicato que representa o setor no Estado, ao Datafolha. Entre janeiro e fevereiro, o Índice de Satisfação dessas empresas caiu nove pontos, para 91 pontos, voltando ao nível de julho. A escala vai de 0 a 200 pontos. 

Todos os três componentes do Índice de Satisfação recuaram na passagem mensal. A maior queda ocorreu na avaliação dos micro e pequenos industriais sobre o faturamento, que diminuiu de 95 para 81 pontos. O índice referente à margem de lucro diminuiu 11 pontos, para 80 pontos, enquanto o índice que mede a percepção sobre a situação geral da empresa caiu de 114 para 110 pontos.

Para Joseph Couri, presidente do Simpi-SP, o setor sofre com demanda em baixa e dificuldade de acesso ao crédito, o que tem reflexo negativo sobre os indicadores de lucratividade das empresas e também sobre o ânimo do empresariado. "Os pedidos não estão chegando, a inadimplência  [entre os clientes] segue alta e o acesso a crédito não existe. Nossas empresas estão tentando sobreviver", diz Couri. "Tivemos três meses de estabilidade em patamar deteriorado, mas agora o quadro é de piora."

Desse universo de micro e pequenas indústrias, 14% delas fizeram consultas para tomar crédito em fevereiro, sendo que metade delas não conseguiu. Mesmo com a redução da taxa Selic, 44% das indústrias ouvidas no mês passado apontaram a taxa de juros como a principal dificuldade na obtenção de empréstimos e financiamentos. Segundo o presidente do Simpi-SP, há vantagens apenas para quem consegue tomar recursos do exterior, o que não se aplica à micro e pequena indústria. "A taxa de juros não abaixou para ninguém."

Como reflexo do cenário ainda restritivo para o crédito, mais da metade dos empresários (52%) avalia o nível atual de capital de giro como insuficiente, alta de dois pontos em relação à medição anterior. O cheque especial segue como principal modalidade de crédito usada para esse fim, mencionada por 14% das indústrias. 

A inadimplência dos clientes teve redução na passagem mensal, mas permaneceu em patamar elevado, diz Couri. De janeiro para fevereiro, o percentual de empresas que sofreram calotes caiu de 44% para 40%. 

O dado de emprego trouxe alguma melhora, dado visto com ressalvas por Couri. O índice que mede o nível de emprego no setor subiu cinco pontos ante janeiro, para 97 pontos. "Todo mês temos número de demissões maior que o de contratações", diz. Em fevereiro, 11% das empresas ouvidas contrataram, enquanto 89% mantiveram o quadro de funcionários inalterado.

 

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