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14/03/2018 | No emprego, indicadores mais otimistas - O Estado de S.Paulo

O mais favorável dos levantamentos recentes sobre emprego, bem melhores do que os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e os do cadastro do Ministério do Trabalho, veio da Fundação Getúlio Vargas (FGV/Ibre). Os Indicadores de Mercado de Trabalho relativos a fevereiro foram especialmente promissores no tocante às perspectivas para este ano.

Mensalmente, dois levantamentos sobre a mão de obra são divulgados pela FGV/Ibre: o Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) e o Indicador Coincidente de Desemprego (ICD). Maior atenção despertou o IAEmp, que avançou 1,9 ponto em relação a janeiro e 13,7 pontos em relação a fevereiro de 2017, atingindo 109,6 pontos.

A força dos números parece ter surpreendido até o economista da FGV/Ibre Fernando de Holanda Barbosa Filho, que comentou: "O otimismo com o maior crescimento da economia ao longo deste ano e a perspectiva de uma maior contratação ao longo de 2018 explicam o elevado nível do Indicador Antecedente de Emprego". 

O nível alcançado em fevereiro é o maior da série histórica iniciada em fevereiro de 2010 e vem crescendo quase sem interrupção desde o segundo semestre de 2015. Mas foi a partir de junho de 2017 que o avanço do IAEmp foi mais acentuado.

O IAEmp toma por base séries extraídas de sondagens industriais, de serviços e do consumidor. É construído, portanto, sobre uma ampla base de informações.

Os dados do ICD são menos favoráveis, mostrando relativa estabilidade entre janeiro e fevereiro, mas os resultados são melhores quando são comparadas as médias móveis trimestrais, que se mantêm em queda. O ICD reflete outro fato: o de que a situação geral do mercado ainda é difícil, pois há milhões de desempregados e, em alguns setores, o ritmo de demissões continua expressivo.

Como notou Barbosa Filho, "apesar da perspectiva de melhora futura, da criação de vagas e da expectativa de forte geração de empregos formais em 2018, a taxa de desemprego permanece em nível elevado". Ou seja, o ICD reflete a elevada taxa de desemprego do País. "Apesar da geração de vagas, a expectativa é que a taxa de desemprego permaneça em níveis elevados", disse Barbosa. Para que os níveis de desemprego sejam mais assimiláveis, economistas calculam que será preciso gerar de 4 milhões a 4,5 milhões de vagas. É tarefa grandiosa.

 

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