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05/03/2018 | CNI divulga agenda para presidenciáveis, com foco em reformas - O Globo

Tendo em vista as eleições deste ano, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou, nesta segunda-feira, um conjunto de recomendações para os próximos quatro anos, denominado Mapa Estratégico da Indústria, que mostra um quadro bastante pessimista em relação à realidade atual: a crise econômica e institucional ampliou o fosso entre o Brasil e seus competidores e comprometeu o desenvolvimento econômico e social do país. Para a entidade, a correção da rota precisa ser aprofundada, para reverter a perda de competitividade e potencial de crescimento.

 

“O país não pode correr o risco de gerar menos renda e emprego do que pode aos seus cidadãos e ampliar sua defasagem em relação aos parceiros internacionais. Fazer mais do mesmo não reverterá, com a intensidade necessária, a trajetória percorrida nos últimos anos. Com um trabalho contínuo e persistente de reformas econômicas e institucionais, temos convicção de que é possível recuperar e alcançar patamares mais elevados de produtividade e competitividade. O Brasil precisa ter uma indústria competitiva, inovadora, global e sustentável”, diz um trecho do documento.

 

Os economistas da CNI preveem que, se nos próximos quatro anos forem adotadas medidas para que a economia brasileira se torne mais produtiva, inovadora e integrada ao mercado internacional, o Produto Interno Bruto (PIB) terá um crescimento de 4%, em média, a partir de 2023, com a população crescendo a uma taxa de 0,5% ao ano. Caso esse cenário se confirme, o PIB per capita aumentará 3,5%, em média, também a partir de 2023. Com essa taxa de crescimento, a renda dos brasileiros dobraria em 24 anos e passaria de aproximadamente US$ 14 mil registrados em 2016 para cerca de US$ 30 mil em 2040. E, persistindo nesse ritmo, o PIB per capita do Brasil atingiria US$ 50 mil em 2054, o mesmo patamar da renda dos Estados Unidos, da Holanda e da Suíça em 2016.

 

— Se fôssemos agrupar todas as prioridades para melhorarmos a economia, eu agruparia em cinco: sustentabilidade fiscal, que inclui a reforma da Previdência; melhora do ambiente de negócios, que vem se deteriorando por causa de fatores como o excesso de burocracia; segurança jurídica; questão tributária; e reindustrialização via produtividade e inovação — recomenda José Augusto Fernandes, diretor-executivo da CNI.

 

INDÚSTRIA 4.0

 

Para a entidade, é preciso superar as deficiências que aumentam o custo de produção e produtividade, como a baixa qualidade da educação e o complexo e oneroso sistema tributário. Além disso, é urgente o desenvolvimento de iniciativas para expandir a capacidade inovadora das empresas, a inserção da chamada Indústria 4.0 (que usa conceitos como sistemas ciber-físicos, internet das coisas e computação em nuvem) e a participação na economia de baixo carbono.

 

— Fazer mais do mesmo não reverterá, com a intensidade necessária, a trajetória percorrida nos últimos anos. Com um trabalho contínuo e persistente de reformas econômicas e institucionais, é possível recuperar e alcançar patamares mais elevados de produtividade e competitividade — afirma o presidente da CNI, Robson Andrade.

 

Ele explica que 2022 é o marco estabelecido pelo Mapa Estratégico, porque é o último do próximo mandato presidencial e o ano de comemoração dos 200 anos da Independência do Brasil. O documento será referência para o debate e a elaboração das propostas da indústria às eleições deste ano.

 

— Precisamos fazer mais e melhor nos próximos quatro anos — diz Andrade.

O documento cita dados do Fórum Econômico Mundial, que mostram que o Brasil vem caindo no ranking global de competitividade. Em 2013, ocupava a 48ª posição entre 144 países analisados. Em 2017, foi para o 80º lugar na lista de 137 países.

 

“A perda da competitividade nacional compromete o crescimento econômico e a geração de emprego e renda”, destaca o documento da CNI.

 

O Mapa adverte ainda que a recuperação da capacidade de competir nos mercados globais e a volta do crescimento sustentado dependem do aumento da produtividade. Estudo da própria CNI mostra que, de 2006 a 2016, a produtividade brasileira cresceu menos do que a dos dez principais parceiros comerciais do país. Naquele período, a produtividade no trabalho da indústria do Brasil aumentou 5,5%, enquanto que a dos Estados Unidos cresceu 16,2% e, a da Argentina, 11,2%. Em 2017, a produtividade brasileira aumentou 4,5% em relação a 2016. No entanto, alerta a CNI, é preciso avançar ainda mais para compensar o baixo desempenho dos anos anteriores.

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