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01/03/2018 | Com menor número de vagas abertas, desemprego volta a subir em janeiro - Valor Econômico

 

Uma das boas notícias do ano passado, a recuperação do mercado de trabalho perdeu fôlego nos últimos meses de 2017 e no início de 2018, já descontados os efeitos sazonais do período. O motivo foi o menor ritmo de geração de vagas, sobretudo no setor informal. Apesar disso, analistas ainda traçam um cenário positivo para o ano, com redução gradual do desemprego e a geração de postos formais.Conforme dados divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego foi de 12,2% no trimestre concluído em janeiro, acima do trimestre móvel de dezembro (11,8%). O aumento da taxa era amplamente esperado pelos analistas do mercado, devido à sazonalidade do período. O início de ano é marcado pela dispensa de temporários, contratados no fim do ano anterior.

O problema é que, mesmo expurgadas essas influências sazonais, a taxa de desemprego não melhorou. De acordo com o Itaú Unibanco, a taxa dessazonalizada foi de 12,5% no trimestre concluído em janeiro, 0,1 ponto percentual acima do quarto trimestre do ano passado. 

Para os analistas do banco, o ligeiro aumento da taxa de desemprego foi influenciado pelo menor ritmo de geração de vagas e o ingresso de mais gente no mercado.

"O mercado de trabalho melhorou no segundo trimestre e no início do terceiro, com famílias se ocupando em trabalhos informais. Era uma espécie de saída para o emprego sem carteira assinada. Isso vem perdendo força. A ocupação cresceu só 0,3% frente ao trimestre concluído em outubro. Está em desaceleração desde o terceiro trimestre do ano passado", afirmou Artur Manoel Passos, economista do Itaú Unibanco.

Além disso, a taxa de desemprego divulgada pelo IBGE ficou acima das expectativas de 20 analistas de bancos e consultorias consultados pelo Valor Data. Eles previam, em média, avanço da taxa para 12% no período, o que sinalizaria um aumento mais moderado em relação ao fim de dezembro. O resultado ficou, no entanto, dentro do intervalo das  expectativas, de 11,8% a 12,2% para o período.

O economista Daniel Silva, da Modal Asset, concorda que a recuperação do emprego parece menos intensa e que a taxa mostra-se "mais ou menos estável nos últimos seis meses", na faixa de 12,5% ao ano. Além do menor crescimento do emprego informal, ele vê uma maior pressão de oferta de mão de obra no mercado, com pessoas deixando a inatividade para buscar vagas.

Para os próximos meses, analistas projetam uma recuperação gradual do emprego. Rafael Leão, economista-chefe da Parallaxis Consultoria, prevê a taxa média de emprego recuando para 11,2% na média deste ano, abaixo da taxa média de 12,7% registrada no ano passado. Segundo o economista, essa melhora vai se mostrar mais consistente "somente a partir do terceiro trimestre".

Já o Itaú prevê a redução da taxa de desemprego dessazonalizada dos atuais 12,5% para 11,7% ao fim de 2018 e 10,7% ao fim de 2019. O banco estima que 1,1 milhão de empregos formais serão gerados no ano. A consultoria Pezco, por sua vez, projeta a geração líquida 1 milhão de postos formais, considerando os dados coletados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

"Acho que vamos ter uma ideia mais clara sobre essa trajetória a partir do segundo trimestre, após o período de dispensa de temporários", disse Yan Cattani, economista da Pezco. 

Uma notícia positiva das estatísticas divulgadas ontem pelo IBGE veio do emprego formal, com carteira assinada. No trimestre encerrado em janeiro, o emprego no setor privado com carteira de trabalho foi de 33,296 milhões de pessoas, estável frente ao trimestre móvel anterior. Foi o melhor início de ano do emprego formal desde o início de 2014, quando houve uma expansão de 0,5%.

Segundo Cimar Azeredo, coordenador de trabalho e rendimento do IBGE, a interrupção das perdas do trabalho com carteira assinada é algo positivo, embora considere cedo para falar em tendências de recuperação. "Quando começarmos a ver geração de vagas, aí sim, poderemos falar em recuperação. As vagas ainda não estão surgindo", disse Azeredo, lembrando que foram perdidos 3 milhões de empregos formais em três anos.

O rendimento médio real seguiu em campo positivo. Ele cresceu 0,9% em termos reais na comparação ao trimestre móvel encerrado em outubro, para R$ 2.169. Já a massa salarial cresceu 1,1% na comparação ao trimestre móvel anterior, para R$ 193,8 bilhões. Esse indicador, que consiste na soma dos salários, costuma ser um bom indicativo da evolução do  poder de consumo das famílias.

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