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28/02/2018 | Brasil tem 12,7 milhões de desempregados, mostra IBGE - Valor Econômico

A taxa de desemprego do país foi de 12,2% no período de novembro de 2017 a janeiro de 2018, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O país tinha 12,689 milhões de desempregados no período. O nível de desocupação ficou acima da média das projeções de 20 instituições financeiras e consultorias ouvidas, que era de 12% no período encerrado em janeiro. A projeções iam de 11,8% até 12,2%. 

A taxa ficou estável perante aquela registrada de agosto a outubro de 2017 (12,2%) e 0,4 ponto percentual abaixo daquela de mesmo período do ano anterior (12,6%).  Na comparação com os três meses até dezembro (11,8%), a taxa de desemprego teve sua primeira alta após nove meses de recuos. O movimento, contudo, é típico de início de calendário, com a desmobilização de pessoal contratado no fim de ano.

Se não fosse esse fator sazonal, disse o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, a taxa teria caído de novo. "Isso quer dizer que a ocupação poderia ter subido mais e a desocupação recuado mais", observou. 

Nos três meses até janeiro, o país tinha 91,702 milhões de pessoas empregadas, ou 0,2% a mais frente ao trimestre móvel encerrado em outubro de 2017. Isso significa 157 mil pessoas a mais ocupadas no período. Frente há um ano, havia 1,848 milhão de pessoas a mais trabalhando, aumento de 2,1%. 

Com a maior geração de vagas, a população desempregada recuou 0,4% frente ao trimestre encerrado em outubro. Isso significa que 51 mil pessoas saíram da fila de emprego no período. O número de desempregados ficou menor também frente ao mesmo período do ano anterior: 1,8% a menos, redução de 231 mil pessoas. 

Somados empregados e desempregados, a força de trabalho cresceu 0,4% frente a setembro a novembro de 2017. Na comparação ao igual trimestre móvel de 2017, houve alta de 0,2%. 

O coordenador do IBGE disse que a expectativa agora é sobre o resultado do mercado de trabalho em fevereiro. Historicamente, o mês costuma também ser influenciado por uma sazonalidade desfavorável. “O carnaval movimenta turismo, comércio. E foi espalhado por muitos Estados. Vamos ver se foi suficiente para voltar a melhorar a taxa de desemprego”, notou Cimar.

 

Renda 

 

Os salários dos trabalhadores brasileiros iniciaram 2018 ainda com ganhos reais. O rendimento médio real habitualmente recebido em todos os trabalhos foi de R$ 2.169 no trimestre encerrado em janeiro, 0,9% acima do período de agosto a outubro de 2017 (R$ 2.149). Perante mesmo trimestre móvel de 2016, o avanço da renda foi de 1,6%. 

Das atividades acompanhadas pelo IBGE, os empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada tiveram aumento de 1,3% da renda real no trimestre até em janeiro, frente ao trimestre móvel anterior, para R$ 2.096. Os trabalhadores sem carteira assinada, por sua vez, tiveram perda de 5,1% na renda, para R$ 1.202. 

Os maiores salários seguem dos empregadores. Esse grupo recebeu em média R$ 5.581 no trimestre, crescimento real de 0,5% frente aos três meses anteriores. 

Já a massa de rendimento real habitualmente recebida por pessoas ocupadas (em todos os trabalhos) somou R$ 192,827 bilhões de novembro de 2017 a janeiro de 2018, ou 1,1% acima do trimestre móvel anterior e 3,6% maior do que no mesmo período findo em 2017. 

 

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