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22/02/2018 | Volvo adota cautela na contratação de pessoal - Valor Econômico

 

Apesar da recuperação nas vendas e dos índices macroeconômicos positivos, algumas empresas preferem agir com cautela. A Volvo decidiu abrir 250 novos postos de trabalho, volume ainda pequeno em relação aos cortes feitos durante a crise. Além disso, os novos operários terão contratos temporários de um ano. Eles vão trabalhar no segundo turno de produção na fábrica de Curitiba, que há dois anos e meio opera com uma única turma.

"Esperamos que esses trabalhadores possam, depois, ser efetivados", diz o presidente do grupo Volvo América Latina, Wilson Lirmann. O executivo está animado com os pedidos de caminhões e ônibus feitos à companhia. O suficiente para prever que o mercado interno de caminhões pesados, a especialidade da Volvo, vai crescer pelo menos 30% em 2018. 

Mas, por outro lado, as indefinições que rondam a votação das reformas e as incertezas no cenário politico num ano eleitoral sugerem prudência. "Durante um momento a economia descolou da política. Mas essa circunstância tem limites. Uma liderança tem que aparecer e ser transparente para que fique claro o que vamos enfrentar como nação", afirma  Lirmann, que assumiu o cargo em meio à crise, há um ano e meio.

A recessão foi dura com a Volvo. As vendas de caminhões e ônibus despencaram em todo o país, obrigando os fabricantes a operar com menos de um terço da capacidade instalada. Em três anos, a Volvo demitiu 20% do efetivo. Os trabalhadores agora contratados em regime temporário representam um acréscimo de 8% no quadro efetivo. "O desemprego foi o aspecto mais dolorido da crise", destaca Lirmann.

A necessidade, agora, de produzir mais vem também do bom desempenho das exportações, registrado por todos os fabricantes de veículos que vendem a outros países. Na Volvo, o volume de veículos exportados cresceu 27,6% em 2017 em comparação com 2016, ano em que as vendas ao exterior já haviam aumentado 30%. 

As exportações da montadora absorvem hoje 45% da produção no segmento de caminhões e 75% no de ônibus. No caso do transporte de passageiros, a empresa conta com a demanda de países vizinhos, que têm expandido o serviço de transporte urbano. 

No mercado brasileiro, a direção da companhia sueca conta com licitações previstas para áreas urbanas e a necessidade de renovação da frota no transporte rodoviário. O executivo que comanda a área de ônibus na Volvo, Fabiano Todeschini, prevê, para este ano, uma expansão de 15% a 20% no mercado interno. 

Mas todas as projeções baseiam-se, claro, no cenário atual. "Temos boas perspectivas, mas o Brasil é um mercado onde tudo pode mudar em pouco tempo", afirma Lirmann. 

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