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21/02/2018 | Tempo médio de desemprego é de um ano e dois meses no Brasil - O Globo

Em 2016, tempo era de 12 meses

POR O GLOBO

O tempo médio de desemprego no Brasil é de 14 meses, segundo a pesquisa “O desemprego e a busca por recolocação profissional no Brasil”, realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Em 2016, o tempo médio era de cerca de 12 meses.

O levantamento traçou um perfil dos desempregados no país e mostrou que 59% são do sexo feminino, com média de idade de 34 anos; 54% têm até o ensino médio completo, 95% pertencem às classes C/D/E e 58% têm filhos.

Entre os profissionais que já tiveram um emprego antes, 34% atuavam no segmento de serviços, enquanto 33% no setor de comércio e 14% na indústria.

De acordo com o estudo, a média de permanência no último emprego foi de aproximadamente dois anos e nove meses. Também na última ocupação, 40% dos funcionários trabalhavam formalmente com carteira assinada, 14% eram informais e 11% autônomos ou profissionais liberais. Já 8% dos desempregados atuais estão buscando a primeira oportunidade profissional.

Entre aqueles que já tiveram algum emprego antes, 67% já haviam ficado desempregados anteriormente e 32% nunca tinham se encontrado nesta situação. Além disso, 57% dos desempregados conhecem alguma outra pessoa que passa pelo mesmo problema ou que teve de fechar sua empresa nos últimos três meses.

Na maioria dos casos (56%), os entrevistados foram desligados da empresa. Por outro lado, 17% dos profissionais pediram demissão e 14% fizeram um acordo.

As maiores causas para as demissões foram: redução de custos por parte da empresa para lidar com os efeitos da crise (35%), redução da mão de obra ociosa (12%) e o fechamento da empresa (11%).

As principais razões de quem pediu demissão foram: problema de saúde (15%), insatisfação com o salário (13%) e desejo de poder dedicar mais tempo à família (11%).

Maioria aceita receber menos

O estudo também destacou que seis em cada dez desempregados (61%) estão dispostos a ganhar menos do que recebiam no último emprego.

As principais justificativas apontadas foram que o importante é voltar ao mercado de trabalho (23%) e arrumar um emprego para pagar as despesas (22%). Por outro lado, 39% não estão dispostos a receber menos, já que os rendimentos menores seriam uma regressão profissional, segundo 19% dos entrevistados. Outros 13% afirmaram que, ao aceitarem um pagamento menor, seria mais difícil voltar ao patamar salarial que possuía antes.

 

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