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20/02/2018 | Empresas flexibilizam guarda roupa de funcionários - O Globo

Contra o calor e pelos novos tempos empresas abrem espaço para roupas informais

Quando os termômetros passam os 29 graus é difícil não sentir por quem trabalha de terno e gravata, ou qualquer outra roupa mais pesada. Com isso em mente, algumas empresas vêm abolindo e flexibilizando o seu código de vestimenta, permitindo bermudas e outras roupas mais informais. Entre as empresas que já abriram as portas para as pernas de fora, está a IBM, que, no final de março, comemora um ano de sua política de "no dress code".

— Começou quando criamos o programa Summertime, uma semana comprimida em que o funcionário trabalha mais horas, mas é liberado meio dia às sextas feiras. Recebemos feedback positivo dos funcionários e pedidos para liberarmos bermudas durante o verão. Escutamos e, com apoio dos executivos, decidimos radicalizar e abolir o dress code —, explica Rafael Kuhl, gerente de Rh da IBM Brasil.

Foi uma mudança grande para uma empresa que até 1996 obrigava todos os funcionários trabalharem bem formais. Homens, por exemplo, deviam ir apenas de ternos escuros.

— A política agora é o bom senso. É um sistema baseado na confiança e respeito entre o funcionário e a empresa. O resultado é positivo. Todos encaram isso de maneira responsável e nunca tivemos problemas. — diz.

Ainda de acordo com Kulh, a ação da empresa teve boa repercussão nas redes sociais, com a divulgação de um vídeo explicando a nova política da empresa.

— Acabou chamando a atenção de alguns clientes nossos. Nos procuraram para saber como tudo foi feito, com interesse de fazerem o mesmo em suas empresas. E eram pessoas de diversos setores: bancário, varejo etc. — afirma.

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) também tomou atitude semelhante. Os advogados cariocas estão dispensados de usarem terno e gravata até 20 de março, tendo ainda de usar trajes sociais com camisa fechada. Com roupas mais leves, eles poderão despachar, participar de audiências e sessões de julgamento, além de poderem transitar no fórum. É a terceira vez que o tribunal toma essa medida, tendo repetido a ação em 2015 e 2016.

A L'Oréal é outra empresa que também flexibilizou o guarda roupa dos funcionários. Agora, no verão, a bermuda também está liberada.

— Quem está de calça abaixo de 42 graus está suando. Permitir o uso de bermuda é assim uma questão de conforto. Primeiro liberamos para toda sexta feira do verão há alguns anos atrás. Depois passamos para todas sextas do ano. Neste verão, estamos deixando vir de bermuda todos os dias —, diz Fábio Rosé, diretor de RH da L'Oréal Brasil.

— A mudança não começou como uma busca por inovar, mas como uma questão de bom senso mesmo. É importante que o funcionário esteja se sentindo bem para o trabalho. Se ele se sentir bem de gravata, ótimo. Mas o que faltava era flexibilizar para o outro lado — explica Rosé.

Segundo o diretor da L'Oréal, a informalidade é um reflexo de uma série de mudanças no ambiente corporativo, que vão da comunicação e da gestão à liderança, e que, por sua vez, refletem mudanças na sociedade.

— A mudança no dress code altera muito mais que a gente pode pensar inicialmente. A vestimenta é um código e quando você a liberta estimula um ambiente mais autêntico e espontâneo por parte dos colaboradores — diz.

Rafael Kuhl, da IBM, concorda com a opinião do colega de profissão.

— Dar confiança ao funcionário reflete no ambiente de trabalho. Cria uma cultura de confiança e feedback, que é favorável à inovação — explica.

— No início, sentíamos a necessidade de avisar aos funcionários quando precisavam vir mais formais para determinadas situações. Hoje em dia, não precisamos mais disso. A palavra-chave é bom senso. Existem limites, claro: bermuda de surf e chinelo, por exemplo, não são permitidos — conclui Rosé.

Para Marcelo Teixeira, do setor de recrutamento da consultoria de RH Grupo DSrh, não é toda empresa que pode tomar esse tipo de atitude.

— Vai muito do perfil de cada companhia. Empresas em que o funcionário tem que receber fornecedores e clientes, por exemplo, não podem abrir mão de roupas mais formais por precisarem passar confiança. Mas já em empresas onde o contato externo não é tão frequente, isso pode ser mais flexível. Um exemplo clássico são as empresas e setores de TI — explica.

Para Teixeira, essa maior liberdade dada ao funcionário pode ser benéfica para a empresa.

— Fazendo o funcionário se sentir mais confortável, ele pode produzir mais e melhor. No entanto, é importante também que ele tenha bom senso e respeite os limites.

 

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