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12/02/2018 | Por menos custos, empresas do Brasil aumentam presença no Paraguai - Folha de S.Paulo

A Altenburg, fabricante de travesseiros e roupa de cama, vai inaugurar até o início de março uma fábrica em Ciudad del Este, no Paraguai. Será sua quinta operação, a primeira fora do país.

A ação é similar à de 17 empresas do Brasil que tiveram seu projeto aprovado pelo governo paraguaio em 2017 no "programa de maquila" que oferece isenção tributária para fomentar mão de obra local, desde que a produção seja exportada.

Entre as grandes companhias que decidiram aderir estão Riachuelo, de vestuário, e Estrela, de brinquedos.

"Vamos levar uma linha para preparar produtos, inicialmente edredons, e depois finalizá-los no Brasil", afirma Rui Altenburg, presidente da empresa homônima.

"Em 2017 tivemos o fechamento de uma fornecedora de fibras de poliéster em Minas Gerais e, para importar o material, o imposto é de 16%, fora outras cobranças. No Paraguai, há isenção." Há também economia com mão de obra e energia, diz ele.

O Senado brasileiro aprovou, na última quinta (8), a criação de uma comissão analisar o programa maquila.

Somente os projetos brasileiros aceitos em 2017 representarão um aporte de US$ 109 milhões (R$ 360 milhões), segundo o ministério paraguaio da indústria.

"Do ponto de vista do empreendedor, consideramos legítima essa iniciativa", diz Edson Campagnolo, presidente da Fiep (federação das indústrias do Paraná).

"É melhor que empresas brasileiras tenham parte do parque fabril em Assunção e ativem a indústria daqui do que importem itens prontos da Ásia."

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