• WORKSHOP E-SOCIAL
  • Diretoria executiva propõe agenda de encontros presenciais com filiados e associados
  • app do sindeprestem
  • BOLETOS ON-LINE
  • 1º Fórum “O futuro do trabalho e o impacto das novas leis no Brasil”
  • Novidade na assessoria jurídica do Sindeprestem
  • CONCESSIONÁRIAS DE SERVIÇOS PÚBLICOS  PODEM TERCEIRIZAR MÃO DE OBRA
  • coffee news mudou para melhor
  • sindeprestem 2018
  • CONTRIBUIÇÃO PATRONAL 2018
  • FENASERHTT E SINDEPRESTEM comemoram mudança na cobrança de PIS e COFINS no Trabalho Temporário
  • Contratação de empresa de Trabalho Temporário gera crédito de PIS E COFINS - Posicionamento Receita Federal
  • REFORMA TRABALHISTA – LEI N. 13.467/17 - Com a Reforma Trabalhista em vigor, atenção para estas orientações
  • DECISÃO FAVORÁVEL : FENASERHTT CONSEGUE EXCLUSÃO DO ISS DA BASE DE CÁLCULO DE PIS/COFINS
  • 2910x450 Banner Bombeiro Civil Cartilha Sindeprestem
  • Sindeprestem Institucional

01/02/2018 | Informalidade se consolida como motor da recuperação do emprego - Folha de S.Paulo

O ano de 2017 foi marcado pela redução do desemprego. Após dois anos de fechamento de vagas em razão da crise, o país voltou a abrir novos postos, porém, com uma característica: a informalidade.

Segundo a Pnad Contínua, pesquisa oficial de emprego do IBGE, de abrangência nacional, o país gerou 1,8 milhão de novos postos no ano passado. Esses postos, contudo, são sem carteira assinada ou para trabalhos por conta própria, vagas de menor e menor salário.

A soma dos trabalhadores sem carteira (11,1 milhões) e por conta própria (23,1 milhões) superam em quase 1 milhão o contingente com carteira assinada (33,3 milhões). Os postos com carteira reduziram em 685 mil, enquanto conta própria cresceram em 1,07 milhão e sem carteira, 598 mil.

Para o governo, que comemora a redução dos índices de desemprego, também não é bom negócio, já que tanto o trabalhador informal quanto o empregador que contrata nessa modalidade não recolhem os impostos obrigatórios. Somente em 2017, por exemplo, 1,09 milhão de ocupados deixaram de contribuir para a Previdência Social.

Segundo quatro economistas ouvidos pela Folha, porém, a informalidade atual não é necessariamente ruim quando substitui o desemprego pura e simplesmente. É melhor um emprego ruim a emprego nenhum, dizem.

"Não dá para dizer que houve piora no emprego justamente porque a informalidade veio para substituir o desemprego", disse o professor de economia do Insper, Sérgio Firpo.

DESOCUPADOS

Ainda há no país 12,3 milhões de desocupados. A taxa de desemprego encerrou o último trimestre de 2017 em 11,8%, pequena queda sobre igual período de 2016 (12%). A taxa média para o ano foi de 12,7%, acima dos 12% de 2016. Isso ocorreu porque mais pessoas passaram a buscar colocação, o que pressiona a taxa para cima.

Mesmo com a expectativa de retomada mais consistente neste ano, não há garantia de que a formalização cresça a ponto de superar a geração de vagas informais, dizem os economistas. As empresas devem voltar a contratar empregados formais apenas quando observarem melhora sustentável nas suas receitas.

"Quem deve se beneficiar desse movimento são justamente os informais. Os que estão sem emprego tenderão a aceitar vagas informais que continuarão a serem oferecidas", explica o professor de Economia do Ibre/FGV, Fernando de Holanda Filho. 

 

Coffee News

Home Logo01
Home Logo02
Home Logo03
Home Logo04
Catho
Up Plan Logo 02