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31/01/2018 | Estável, taxa de desemprego termina 2017 em 11,9%, afirmam economistas - Valor Econômico

Se a média das projeções de 27 consultorias e instituições financeiras se realizar (11,9%), a taxa de desemprego terá terminado 2017 praticamente no mesmo nível do ano anterior, quando foi de 12%. Essa aparente volta ao mesmo lugar embute uma melhora do mercado de trabalho ao longo do ano passado, ainda que marcada pela criação de posições precárias, sem carteira assinada e por conta própria, e por baixos salários. 

No quarto trimestre, a ocupação deve aumentar um pouco mais ainda com participação importante dos sem carteira e conta própria, afirma Bruno Ottoni, economista e pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV), que estima taxa de 11,8% no período. A taxa oficial de desemprego em 2017 será divulgada hoje, na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE.

"De certa forma, há uma manutenção do cenário visto nos últimos meses. Devemos ver um aumento de população ocupada ainda puxado pela informalidade, embora em menor medida que no terceiro trimestre", afirma Ottoni.

O resultado do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de dezembro, que surpreendeu, diz Ottoni, também sinaliza que o emprego formal pode ter dado uma contribuição positiva para a taxa de desemprego.

De uma forma geral, as estimativas para a Pnad Contínua do quarto trimestre oscilam muito pouco, sendo que a maioria (20 de 27) está entre 11,8% e 11,9%, embora o intervalo seja um pouco mais largo, de 11,6% a 12%.

O Santander, que prevê taxa de 11,9% destaca a contribuição do emprego formal. "Em linha com a maior geração de vagas com carteira assinada em dezembro, a taxa de desemprego deve mais uma vez mostrar queda, atingindo 11,9%, ou 12,4% se excluídos os efeitos da sazonalidade, enquanto a massa salarial real deve exibir crescimento ao redor de 4% ao ano, afirma o banco, em nota.

Na média do ano, a taxa de desemprego vai passar de 11,5% em 2016 para 12,7% em 2017, segundo a média das estimativas, um dado influenciado pelas altas taxas do início do ano. O número de desempregados deve ter fechado 2017 próximo dos 12 milhões (ante 12,3 milhões no fim de 2016), um número ainda muito alto e, para 2018, embora se espere uma melhora na criação de vagas, a taxa de desemprego deve seguir acima dos dois dígitos.

 

 

 

 

 

 

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