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24/01/2018 | Na Páscoa, preço baixo para bolso apertado - Valor Econômico

Fábricas e lojas especializadas devem reduzir em 5,9% o número de vagas temporárias

 

Após dois anos consecutivos de queda, a indústria de chocolate espera estabilidade ou até um pequeno aumento no volume de vendas de ovos de Páscoa neste ano, em relação a 2017. A consultoria Euromonitor prevê uma alta de 7,9% nas vendas sazonais de chocolate neste ano, para 9,3 mil toneladas. A maioria das empresas ainda investe em ovos e chocolates com preços mais populares para se adaptar ao bolso do consumidor, ainda apertado. 


Há redução de 5,9% no número de vagas temporárias para atuar nas fábricas e lojas especializadas, para 23 mil pessoas. Em 2017, a queda de temporários foi maior, de 15%. O número de lançamentos em 2017, de 120 produtos, foi mantido neste ano.

A Cacau Show é uma exceção, com previsão de aumento de 20% em receita e 14% em volume de vendas, de acordo com Élio França e Silva, vice-presidente de marketing e comercial da empresa. "Essa perspectiva leva em conta o desenvolvimento de novas linhas e a perspectiva de recuperação do mercado", afirmou Silva.

Segundo a Euromonitor, a Cacau Show é a marca que mais vende ovos de Páscoa no país, com uma participação de mercado de 11%. É seguida pela Lacta (da Mondelez), com 8,5% do mercado, e pela Garoto (da Nestlé), com 8,1%.

A Nestlé informou que espera um "crescimento pequeno" nas vendas de Páscoa. "Em volume de produção, a perspectiva é de estabilidade. Mas, com um portfólio mais assertivo, a expectativa é ter menos devolução pelo varejo após a Páscoa", afirmou André Laporta, gerente de chocolates da Nestlé. Segundo o executivo, 4% dos ovos de Páscoa foram devolvidos pelo varejo em 2017. Ele acrescentou que a Nestlé concentrou-se no lançamento de ovos e chocolates com preços de até R$ 20 a unidade.

Keila Broedel, gerente de marketing de sazonais da Garoto, disse, sem citar números, que espera melhora no desempenho de vendas de Páscoa neste ano. A Garoto ampliou a oferta de chocolates e ovos de tamanhos pequenos (até 186 gramas). As linhas têm preços de R$ 9,00 a R$ 49,90. "A expectativa é de vendas maiores em comparação com 2017", disse Keila.

A Mondelez informou que espera um desempenho nas vendas melhor que na Páscoa passada, quando as vendas cresceram 20% em volume e 8% em valor%. "A expectativa para esta Páscoa é de um desempenho mais acelerado, considerando que o varejo já apresentou crescimento em vendas no Natal", disse Marcela Mariano, diretora de chocolates da Mondelez. A empresa reduziu o número de lançamentos de 19 para dez, e se concentrou em produtos menores, de até 170 gramas.

A Arcor prevê crescimento de 5% no volume de vendas. Anderson Freire, gerente de marketing da empresa, disse que o crescimento virá de um maior acerto no portfólio de produtos. A Arcor lançou 17 produtos, com preços de R$ 19,99 a R$ 49,99 a unidade. "Nosso objetivo neste ano foi trazer produtos com preços justos para atender toda a família", disse.

Joana Oliveira, gerente de marketing da Kinder também disse, sem citar números, que espera resultado melhor na Páscoa de 2018. A Kinder vai colocar no mercado chocolates com preços de R$ 6 a R$ 60 a unidade.

"Nos últimos dois anos, as vendas de Páscoa encolheram 50%. Mas, com base na melhora nas vendas de chocolate no país a partir do segundo semestre de 2017 e de alguns indicadores econômicos, as indústrias estão mais otimistas", afirmou Afonso Champi, vice-presidente de chocolate da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab).

 

 

 

 

 

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