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17/11/2017 | Mercado tem 26,8 milhões de trabalhadores subutilizados, aponta IBGE - Valor Econômico

O país tinha 26,8 milhões de trabalhadores subutilizados no terceiro trimestre, 425 mil a menos do que nos três meses anteriores, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgados há pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Subutilizado é um conceito que abrange a população desempregada, subocupadas por insuficiência de horas (estão empregadas, mas gostariam e poderiam trabalhar mais) e a força de trabalho potencial (pessoas que não buscam emprego, mas estão disponíveis para trabalhar).

De acordo com o IBGE, o contingente de 26,8 milhões de trabalhadores subutilizado equivale a 23,9% da força de trabalho ampliada (que inclui a força de trabalho e a força de trabalho potencial). Essa é a chamada taxa de subutilização, que estava em 23,8% no segundo trimestre deste ano.

As maiores taxas de subutilização por unidade da federação foram observadas na Bahia (40,1%), Piauí (38,5%), e Maranhão (37,0%) e as menores em Santa Catarina (10,9%), Mato Grosso (14,8%) e Rondônia (15,5%), informou o IBGE.

Desemprego no terceiro trimestre

O levantamento do IBGE apontou ainda que, das 27 unidades da federação, sete apresentaram redução estatisticamente significativa da taxa de desemprego no terceiro trimestre. Foram elas: Rio de Janeiro, Santa Catarina, Goiás, Rio Grande do Norte, Alagoas, Ceará e Roraima.

De julho a setembro, a taxa de desemprego no país recuou para 12,4%, após ficar em 13% nos três meses anteriores.

A taxa de desemprego do Estado de São Paulo, maior economia do país, recuou de 13,5% para 13,2% entre o segundo e o terceiro trimestre. No Rio de Janeiro, segundo maior Produto Interno Bruto (PIB) do país, a taxa recuou de 15,6% para 14,5%. Já em Minas Gerais, terceiro maior Estado em termos econômicos, o desemprego passou de 12,2% para 12,3%.

Houve retração do indicador nas regiões Sul (de 8,4% para 7,9%) e CentroOeste (de 10,6% para 9,7%). A região Nordeste (14,8%), apesar da queda na comparação trimestral, permaneceu registrando a maior taxa de desocupação entre todas as regiões. Na comparação anual, a taxa ficou estável nas regiões Sul (7,9%) e Centro-Oeste (9,7%).

 

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