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05/10/2017 | Encomendas para o Natal já elevam produção da indústria – O Globo

Os efeitos do que o varejo espera ser o melhor Natal em quatro anos já começam a ser sentidos pela indústria. Levantamento da Confederação Nacional do Comércio (CNC) feito a pedido do GLOBO mostra avanço na produção de segmentos tradicionalmente ligados às festas de fim de ano. Na média entre junho e agosto — período em que as encomendas natalinas costumam ser feitas —, o segmento de eletrônicos, por exemplo, registra alta de 20,4% na produção. No mesmo período de 2016, o setor registrara queda de 5,4%. O segmento de vestuário também apresenta reação, passando de queda de 6,7%, no ano passado, para avanço de 1,1%. A CNC espera que as vendas de Natal cresçam 4,3% neste ano, após recuos de 4,9%, em 2016, e de 5%, em 2015, e de crescimento tímido de 1,8%, em 2014.

 

Entre fabricantes, a expectativa é que o Natal incentive a recuperação que já começou a ser observada desde o início do ano, impulsionada pela melhora gradual da economia — que se beneficia do início da retomada do mercado de trabalho e da inflação mais comportada. Dados divulgados nesta semana pelo IBGE mostram que a produção industrial recuou 0,8% em agosto, mas, no acumulado do ano, segue no positivo, com alta de 1,5%.

 

Presidente da Eletros, Lourival Kiçula afirma que as vendas de aparelhos de TV para o varejo já acumulam avanço de 21% no acumulado entre janeiro e agosto, frente ao mesmo período do ano passado. O segmento de portáteis, que engloba liquidificadores e batedeiras, por exemplo, cresce 23% na mesma comparação.

 

— Vai ser (um Natal) melhor do que no ano passado, com certeza. No segmento de televisores, temos expectativa de que isso se mantenha. Uma alta de 20% seria um bom crescimento — diz Kiçula.

 

O economista da Confederação Nacional da Indústria (CNI) Marcelo Azevedo pondera que é cedo para apostar em alta das encomendas para o fim de ano, embora considere que isso deve acontecer mais para frente:

 

— Na medida do possível, está acontecendo um adiamento. Existe pouco espaço para uma aposta sem muita segurança por parte de empresários e consumidores. Devemos voltar para uma sazonalidade normal, com aumento da produção acompanhando a alta da demanda no Natal.

 

SEGMENTO DE BRINQUEDOS DEVE CRESCER 9,5%

 

O efeito Natal sobre a indústria, no entanto, pode ser minimizado pelo câmbio, mais favorável para importação, alerta Fabio Bentes, economista da CNC responsável pelo levantamento.

 

— É como um cano que você coloca água e tem um furinho. O furo é a taxa de câmbio. O fator produto importado, do ponto de vista da indústria, não ajuda tanto quando ajudaria se o ambiente fosse de dólar mais alto — explica Bentes.

 

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É justamente para a concorrência com o importado que olha a indústria de brinquedos, que praticamente já fechou as encomendas para o Natal, segundo Synésio Batista da Costa, presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq). O setor projeta crescimento de até 9,5% em 2017, em relação ao Natal passado, mas destaca que o objetivo para este e os próximos anos é domar a competição com os chineses, que, em 2016, chegaram a ter participação de mercado de 55%. Para este ano, o objetivo é limitar essa parcela dos estrangeiros em 42%.

 

Diferentemente de outros setores, o setor de brinquedos sentiu menos os efeitos da crise. Agora, espera crescer ao retomar o mercado de importados.

 

— Desde 2010, não crescemos menos de 10% ao ano. Quando a criança diz “eu quero”, alguém vai atender — afirma Costa.

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