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19/09/2017 | Melhoras no mercado de trabalho - O Estado de S.Paulo

Sob o sombrio quadro de um mercado de trabalho caracterizado pela existência de 13,3 milhões de brasileiros que procuram, mas não encontram uma ocupação, há sinais de um processo de melhora lenta, mas promissora. A taxa de desemprego aferida pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE, está diminuindo – chegou a 13,7% no primeiro trimestre do ano e ficou em 12,8% no trimestre móvel encerrado em julho –, graças sobretudo à geração de vagas no mercado informal. Mas dados recentes indicam haver também um movimento, que começa a ficar nítido, de recuperação da qualidade do emprego. Esse processo combina a queda da desocupação, especialmente entre os trabalhadores com carteira assinada, e uma contínua expansão dos rendimentos reais.

Na seção dedicada ao mercado de trabalho, a mais recente edição da Carta de Conjuntura do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que a queda da taxa de desemprego vem ocorrendo não por causa da redução da população economicamente ativa, mas pelo aumento da população ocupada. No trimestre encerrado em julho, o número de ocupados cresceu em relação a igual trimestre de 2016, fato que não se registrava desde meados de 2015. Aumentaram as chances de encontrar trabalho. Embora ainda baixo, o índice de trabalhadores que estavam desocupados no trimestre anterior e conseguiram retornar ao mercado no período da pesquisa, de 31,7%, é quase 3 pontos porcentuais maior do que o de um ano antes.

A Pnad Contínua mostrou que a queda da taxa de desemprego tem sido propiciada pelo maior dinamismo do mercado informal, que respondeu por 1 milhão do total de 1,3 milhão de trabalhadores incorporados à população ocupada no trimestre maio-julho. São ocupações sem as garantias de que gozam os trabalhadores com carteira assinada, como descanso remunerado, férias, décimo terceiro salário e inscrição no sistema previdenciário.

Mesmo sem mostrar igual dinamismo na criação de vagas, no entanto, o mercado formal passa por mudanças. O ritmo de demissões de trabalhadores com carteira assinada vem diminuindo de maneira notável. No segundo trimestre deste ano, dos trabalhadores que perderam emprego, 32% estavam no mercado formal. Esse índice é 10 pontos porcentuais menor do que o observado há dois anos.

Outros dados que mostram sinais de recuperação do mercado de trabalho são os fornecidos pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. Em julho, foram criados 35,9 mil postos de trabalho com carteira assinada; um ano antes, o Caged registrara a destruição de 94,7 mil vagas no mercado formal. No acumulado de 12 meses, ainda é pesada a perda de empregos no mercado formal, mas também nesse caso há melhora: nos 12 meses até junho, a perda tinha sido de 78,7 mil vagas; no acumulado até julho, baixou para 65,6 mil. O mercado formal continua sendo o principal empregador do País, com 44 milhões de trabalhadores, ou 49% da população ocupada, contra 21% da ocupação informal e 25% de trabalhadores por conta própria; o restante é formado por empregadores.

Outra característica animadora do mercado formal é a melhora do rendimento real médio, que no trimestre encerrado em julho foi 3,6% maior do que o de igual período de 2016. O aumento se deve, em boa parte, ao fato de que as empresas demitem primeiro o pessoal com menor qualificação e salário mais baixo, pois esse é o contingente mais fácil de ser contratado quando a atividade econômica se intensificar. A queda da inflação também contribuiu para a recuperação da renda real.

A progressiva melhora da economia tende a levar mais pessoas que estavam desalentadas a procurar uma ocupação, o que poderá fazer a população economicamente ativa crescer mais depressa do que a população ocupada, elevando a taxa de desemprego. Mas, a persistirem os sinais observados agora, será um efeito temporário.

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