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15/09/2017 | Ministro da Fazenda diz que após reformas país crescerá 3,5% ao ano - O Globo

 

SÃO PAULO - O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse nesta manhã em São Paulo, que aprovadas as reformas no Congresso, a economia brasileira ganha condições de crescer 3,5% nos próximos anos, ou um patamar até superior a esse. Meirelles afirmou que está 100% do tempo concentrado em sua atividade como ministro, e desconversou quando perguntado sobre uma eventual candidatura à presidência em 2018.

— Minha expectativa é que a reforma da Previdência seja aprovada, como foi a reforma Trabalhista. Com isso, o PIB potencial do país, nos próximos anos, chega a 3,5% ou um patamar até superior a esse - disse a jornalistas, observando que existem analistas no mercado que preveem crescimento de 3% para a economia já no próximo ano.

Para 2017, o governo trabalha com um crescimento de 2% do Produto Interno Bruto (PIB), mas o ministro disse que esse patamar está sendo revisto e “tem viés de alta”.

Mesmo com a crise política enfrentada pelo governo Meirelles acredita na aprovação da reforma da Previdência, em outubro, no Congresso. Além das reformas, Meirelles apontou o ajuste fiscal como um dos fatores mais importantes para a retomada da economia. Ele disse que também é preciso avançar nas microrreformas e na redução do custo do crédito.

— Estamos no meio de um processo da maior importância. Depois da maior e mais longa recessão do Brasil, estamos começando a crescer. É muito importante o foco total no crescimento e na aprovação das reformas do Congresso - afirmou.

MEIRELLES DESCONVERSA SOBRE CANDIDATURA

Perguntado se é um possível candidato à presidência da República na eleição de 2018, Meirelles desconversou. Ontem, o líder do PSD na Câmara, Marcos Montes (MG), disse que os parlamentares convidaram Meirelles para ser candidato pela legenda no ano que vem,

— Estou 100% do tempo focado na minha atividade como ministro da Fazenda. Na minha vida, não fico pensando no futuro em hipóteses. No momento, é isso que estamos fazendo.Vamos ver como se desenvolve a questão da economia brasileira e das reformas. O ano que vem é outro ano - desconversou.

O ministro negou que tenha havido um convite formal do PSD para ser candidato. Segundo ele, o que houve foi uma manifestação de grande número de parlamentares favoráveis a essa possibilidade, e que era algo que deveria ser considerado no futuro.

— Me senti honrado com todos aqueles elogios e reconhecimento do meu trabalho - afirmou.

Em resposta ao prefeito de São Paulo, João Dória, que recomendou que o ministro deveria se concentrar em seu trabalho e deixar a política para o futuro, ele respondeu:

- Eu fico muito feliz quando as pessoas recomendam que eu faça algo que eu já estou fazendo - disse Meirelles.

O ministro afirmou ainda que não teme que a crise da JBS respingue nele, que foi membro do Conselho de Administração da empresa.

— Isso é um problema da Justiça e um problema específico daquela empresa - disse.

 

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