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14/09/2017 | Volume de serviços cai e reação do setor no ano divide analistas - Valor Econômico

 

Por Thais Carrança e Bruno Villas Bôas

O setor de serviços interrompeu em julho uma sequência de três meses de crescimento. O retrato apresentado confirma a tendência de uma recuperação da economia puxada pelo consumo das famílias, com os investimentos das empresas ainda sem nenhum sinal de reação.

Diante do revés, economistas estão divididos: há quem aposte na recuperação do setor ao longo do semestre, acompanhando com defasagem a lenta retomada no comércio e na indústria. Já os pessimistas não preveem nenhuma reação este ano e acreditam que, junto à estabilidade do varejo em julho, a baixa em serviços sinaliza que o PIB pode ter parado de melhorar no terceiro trimestre.

O volume de serviços prestado no país recuou 0,8% em julho, na comparação mensal ajustada. Em relação a julho de 2016, a queda foi de 3,2%, ampliando a retração de 3% de junho. No ano, a baixa acumulada é de 4%, e em 12 meses até julho, de 4,6%.

Os serviços prestados às famílias foram os únicos a registrar avanço no sétimo mês do ano, de 0,9% em relação a junho. Já o segmento de serviços profissionais, administrativos e complementares - atividades voltadas às empresas, como contadores, auditores e terceirizados - caiu 2%.

"O setor não consegue apresentar uma série sistemática de crescimento. Ele começou a crescer em outubro, mas voltou a cair em março. Passou a crescer novamente e, agora, nova queda", observou Roberto Saldanha, analista da Coordenação de Serviços e Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo Saldanha, somente o melhor desempenho da indústria será capaz de puxar uma recuperação do setor de serviços, por meio da contratação de profissionais terceirizados, telecomunicações e transportes.

Thais Zara, economista-chefe da Rosenberg Associados, acredita que o setor poderá apresentar taxas positivas na base interanual já ao longo do segundo semestre, seguindo com defasagem a tendência de recuperação lenta que já vem sendo registrada no comércio e na indústria.

A Rosenberg calcula que, caso o setor permanecesse estável no patamar de julho até o fim do ano, o volume de serviços teria uma queda de 2,3% em 2017.

Com um crescimento médio mensal de 0,2% no restante do ano, a retração em 2017 seria mais amena, de 2% - menor que a registrada em 2016 (-5%) e 2015 (-3,6%), e caminhando para o terreno positivo em 2018.

Mais pessimista, o economista Fabio Bentes, da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), prevê queda de 3,6% para o volume de serviços em 2017. Com a taxa acumulada no ano em baixa de 4%, isso significa que a entidade continua esperando taxas negativas na comparação anual nos últimos cinco meses do ano, com média entre 2,8% e 3%. "Está fora de cogitação para nós uma recuperação do setor esse ano", diz.

Para José Francisco Gonçalves, economista-chefe do banco Fator, a estabilidade nas vendas do varejo restrito e a baixa do setor de serviços na passagem de junho a julho sinalizam que o PIB pode ter parado de melhorar no terceiro trimestre.

"Quando indicadores na margem param de melhorar, é porque o PIB parou de melhorar", diz o economista.

O economista sênior do Mitsubishi UFJ Financial Group (MUFG) no Brasil, Carlos Pedroso, discorda. Para ele, considerados em conjunto, os dados da indústria (+0,8%), varejo (+0,2%, no conceito ampliado) e serviços (-0,8%) em julho apontam para um PIB positivo, confirmando a continuidade da recuperação da economia. "O primeiro mês do terceiro trimestre deve apresentar um Índice de Atividade do Banco Central em torno de 0,2%, dentro do padrão de recuperação", projeta. O IBC-Br será divulgado hoje pelo Banco Central.

Conforme o Haitong, a performance do setor de serviços em julho é um lembrete de que a recuperação econômica ainda é frágil. Isso significa, na visão do banco, que o hiato do produto - diferença entre o PIB potencial e o efetivo - deve diminuir lentamente, permitindo ao Banco Central manter o afrouxamento monetário por mais tempo.

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