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01/09/2017 | Investimentos, reformas e política ainda são obstáculos para retomada do PIB – O Globo

Apesar do crescimento do PIB no segundo trimestre, a economia brasileira ainda é um misto de números positivos e negativos. A alta de 0,2% foi influenciada principalmente pelo setor de serviços, puxada pela primeira alta do consumo das famílias após nove trimestres consecutivos de queda. A coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, chama atenção, no entanto, para quedas em segmentos importantes, como investimentos, ainda em baixa.

— A gente está na parte ascendente do ciclo econômico, é importante frisar. Essas duas taxas do primeiro e do segundo trimestres intensificaram a tendência do ciclo. Mas a gente está com uma base de comparação baixa, não é totalmente disseminado na economia. Já afetou alguns setores de serviços, o que é importante, mas a gente vê setores como a construção com taxas bastante negativas. O consumo melhorou, mas os investimentos continuam com queda — pondera Rebeca.

 

A taxa de investimento — o percentual do PIB que vai para compra de máquinas, equipamentos e construção — cai consecutivamente desde 2013, quando chegou ao pico de 21,1%. Desde então, recuou continuamente até chegar aos atuais 15,5%. Considerando a variação dos investimentos em 12 meses, os investimentos ainda acumulam queda de 6,1% — menos intensa que nos últimos trimestres, porém ainda com queda mais intensa que a dos outros setores da economia.

 

Outra nota negativa é o desempenho da construção — que também faz parte do indicador de investimentos. Enquanto a média da economia mostra tendência ascendente, o setor intensificou a queda, no acumulado em 12 meses. Só no segundo trimestre, frente ao mesmo período do ano passado, a queda foi de 7%, o que contribuiu para derrubar a indústria e os investimentos, nesse tipo de comparação.

 

RISCOS ALÉM DA ECONOMIA

 

Embora ainda não mostre uma retomada completa, já há economistas que esperam recuperação mais forte na segunda metade, caso de Alberto Ramos, analista do banco Goldman Sachs para América Latina.

 

“A economia parece ter atingido um ponto de inflexão no primeiro trimestre de 2017, e esperamos que o ciclo de recuperação se torne mais visível e disseminado ao longo do segundo semestre de 2017, sustentado pela queda da inflação e da taxa de juros, queda gradual das restrições de condições de crédito, reversão do ciclo de estoques e um potencial avanço no investimento privado, sustentado em parte por um ambicioso programa de privatização e concessões públicas”, destacou Ramos, em comunicado.

 

Mas uma volta mais sustentada do crescimento depende fatores que vão além da economia.

 

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— Uma recuperação mais cíclica está garantida, vinda pelo consumo, mas uma retomada mais sólida dependerá da recuperação dos investimentos. Para isso, será preciso recuperar a confiança no futuro da economia, a aprovação de reformas de impacto fiscal e a diminuição das incertezas da crise política — disse Margarida Gutierrez, do Coppead\UFRJ.

 

De acordo com a economista, caso o ritmo do primeiro semestre seja mantido, o PIB encerrará o ano com crescimento de 1%:

 

— Isso tem tudo para acontecer, porque as bases estão dadas. A questão é que pode haver um fator exógeno. Mas se a gente tiver um outro 17 de maio (data em que O GLOBO divulgou as denúncias contra o presidente Michel Temer).

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