• REFORMA TRABALHISTA – LEI N. 13.467/17 - Com a Reforma Trabalhista em vigor, atenção para estas orientações
  • Jornal Fenaserhtt
  • Sindeprestem patrocina 37º FÓRUM GERH
  • BRASIL RETOMA POTENCIAL DE INVESTIMENTO COM NOVAS LEIS TRABALHISTAS
  • SETOR DE SERVIÇOS ALERTA CASA CIVIL E MINISTÉRIO DO TRABALHO  PARA INTERFERÊNCIAS NA REFORMA TRABALHISTA
  • FENASERHTT diz ser contra MP da Reforma Trabalhista em Audiência com Ministro Ronaldo Nogueira
  • comunicado_vander
  • fórum cebrasse
  • Wec50anos
  • DECISÃO FAVORÁVEL : FENASERHTT CONSEGUE EXCLUSÃO DO ISS DA BASE DE CÁLCULO DE PIS/COFINS
  • 2910x450 Banner Bombeiro Civil Cartilha Sindeprestem
  • Sindeprestem Institucional
  • Benefício Social Familiar
  • 26anos Novo

10/08/2017 | Indústria puxa contratações e Caged tem quarto mês de abertura de vagas - Valor Econômico

Com menor dependência da agropecuária, o mercado de trabalho formal registrou a abertura de 35,9 mil vagas em julho, quarto saldo positivo consecutivo e acima da expectativa média de seis instituições ouvidas pelo Valor Data, de 8,45 mil postos.

Divulgado de forma parcial ontem pelo Ministério do Trabalho, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostrou quadro mais disseminado de melhora das contratações que deve persistir nos próximos meses, na avaliação de economistas, como resposta à retomada do nível de atividade. O setor que liderou as admissões no mês passado foi a indústria de transformação, ao criar 12.594 postos, seguido do comércio (10.156) e dos serviços (7.714).

No acumulado dos primeiros sete meses do ano, foram abertos 103.258 postos de trabalho com carteira assinada. No mesmo período de 2016, o saldo era de 623.520 demissões líquidas. Dado não divulgado ontem pelo ministério, o saldo de vagas acumulado em 12 meses é negativo em 656 mil, segundo estimativa da Tendências Consultoria. O Caged costuma sair após o dia 15 de cada mês. Por isso, poucos analistas de mercado haviam feito projeções para o número de julho.

Segundo Mario Magalhães, coordenador geral de estatística do trabalho da pasta, houve antecipação da divulgação dos dados e um problema técnico na Dataprev, não resolvido a tempo. A expectativa é que os números completos do Caged sejam divulgados até semana que vem.

O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, afirmou que os resultados de emprego de agosto serão melhores do que os apurados em julho. O Brasil deve registrar números positivos até novembro, disse. No caso de dezembro, a geração de vagas será afetada negativamente pela sazonalidade de fim de ano.

"O conjunto da economia dá sinais de recuperação e a confiança do próprio mercado no Brasil. É fundamental", frisou o ministro, destacando o bom desempenho dos setores de indústria de transformação, construção civil, comércio e serviços.

No setor manufatureiro, Nogueira observou que a indústria automobilística teve saldo líquido positivo no mês, com abertura de 2,2 mil postos pelo segmento de material de transporte. Ele lembrou que a GM vai investir R$ 5 bilhões na modernização de suas fábricas no Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo, o que deverá ajudar a puxar o emprego.

O ministro comemorou ainda a criação de 724 vagas celetistas pela construção civil, interrompendo 33 meses de demissões. "Acredito que venham números melhores em agosto porque a construção civil, com 33 meses com números negativos, apresentou número positivo.".

De acordo com dessazonalização feita pela Tendências, a indústria criou 7,2 mil postos com carteira no sétimo mês do ano, primeiro número positivo desde janeiro de 2014. Também após o ajuste da consultoria, o saldo total de vagas celetistas foi negativo no período, em 4,4 mil, mas em intensidade bem menor do que a de junho, quando foram eliminados 31 mil postos.

A média móvel trimestral também aponta redução no ritmo de demissões, observa o economista Thiago Xavier. Nessa medida e também com o ajuste da consultoria, o saldo negativo de vagas passou de 21 mil em junho para 17 mil em julho. Em abril de 2016, esse dado era negativo em 151 mil postos. "Há uma dinâmica de melhora generalizada", afirmou Xavier. "Fica claro pela média móvel que as demissões têm sido cada vez menores."

Os dados de julho vieram em linha com a expectativa do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV), que projetava a criação de 30 mil empregos celetistas no mês passado. "Estamos vendo uma reação mais consistente das contratações, puxada pela retomada da atividade econômica", avalia o pesquisador Tiago Cabral Barreira. 

Ao contrário do observado nos últimos meses, o saldo positivo não foi garantido pelo setor agropecuário, que também registrou mais admissões do que demissões em julho, mas em intensidade menor, destaca o economista. De junho para julho, a criação de vagas na agricultura diminuiu de 36.827 para 7.055.

"Isso foi compensado por geração mais forte na indústria, comércio e serviços", disse Barreira. Esses setores empregam parcela maior da força de trabalho e respondem mais à retomada da atividade do que a agricultura.

A tendência para o segundo semestre é que o Caged continue mostrando saldo positivo entre admissões e dispensas, prevê Barreira, já que esse é o período em que ocorrem as contratações na indústria para as festas de fim de ano. Mesmo assim, 2017 deve terminar com perda líquida de 350 mil vagas nas projeções do Ibre, em função do desempenho ruim registrado no primeiro semestre.

 

Coffee News

Home Logo01
Home Logo02
Home Logo03
Home Logo04
Catho
Up Plan Logo 02